Mesmo já fazendo um tempo do lançamento de Crepúsculo no Brasil, as notícias nos portais brasileiros ainda estão fervendo.
Confira algumas delas nesse post, que teve colaboração da Michelly, da Sandra, da Lara e da Mila.
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Vampiros em alta
No cinema, na televisão e na literatura, os lendários mortos-vivos voltaram a fazer sucesso. Agora eles são modernos e mais sociáveis.
Os vampiros estão de volta. De tempos em tempos uma onda de histórias protagonizadas por estes mortos-vivos invade as tevês, livrarias e cinemas. Na década de 90 estrearam dois grandes blockbusters, Drácula, de Francis Ford Copolla, e Entrevista com o vampiro, de Neil Jordan, e teve até uma novela das sete, da Rede Globo, intitulada Vamp e protagonizada por uma família de vampiros. A atual revoada de monstros alados tem na liderança o filme Crepúsculo, que acaba de estrear no Brasil e é uma adaptação do livro homônimo que fez um estrondoso sucesso e foi escrito pela americana Stephenie Meyer. O romance foi editado em 32 países, vendeu mais de 25 milhões de exemplares e conquistou uma legião de fãs. No Brasil, as vendas alcançaram 180 mil exemplares (está em terceiro lugar na lista de best-sellers do País). Já o filme faturou, nos EUA, US$ 150 milhões em três semanas – mais do que o suficiente para pagar o seu baixo custo (em torno de US$ 40 milhões). O vampiro-protagonista criado pela autora americana é Edward Cullen (Robert Pattinson), o belo filho adolescente de uma longeva família de mortos-vivos que em sua evolução substituiu o sangue humano pelo animal e assim pode compartilhar a vida em sociedade com os não-vampiros sem se tornar o seu predador. São demônios do bem, que se cansaram das trevas e desejam viver no mundo dos vivos.
Essa parece ser uma tendência dos vampiros modernos e é notada também nos protagonistas do seriado americano True blood, de Allan Ball (mesmo diretor de A sete palmos), que já está sendo exibido no Brasil pela HBO. Baseada na sequência de livros de Charlaine Harris intitulada Sookie stackhouse (Southern vampire), na série os vampiros desenvolveram um tipo de sangue artificial que lhes permite viver em harmonia com os seres humanos sem jamais cair em tentação. A protagonista Sookie (Anna Paquin) não é vampira, mas se apaixona por um com quem passa a namorar. E o assunto é tratado com naturalidade. Numa passagem da série, a avó de Sookie insiste para que Bill (Stephen Moyer), namorado-vampiro de sua neta, vá à universidade dar uma palestra sobre a guerra civil americana. Afinal, se ele tinha mais de 200 anos, vivera pessoalmente aquele período. Mas, se o filme Crepúsculo é romântico e não apresenta cenas violentas ou avança na sensualidade, o seriado da tevê tem cenas fortes de assassinatos e conflitos étnicos. Há um serial killer que abomina os vampiros e procura eliminálos. Nos EUA o seriado estreou com audiência modesta de apenas 1,4 milhão de telespectadores – em três meses esse número subiu para quatro milhões.
ATUAL True blood, exibido no canal HBO, tem romance e violência como todo filme de vampiro, mas também diverte o público com rock, humor e algumas gafes
A caçada aos vampiros remete aos primórdios da história desse demônio das trevas que deu origem a clássicos como o livro Drácula, de Bram Stoker, e o filme Nosferatu, de F. W. Murnau (1922). É esse o espírito do mais recente lançamento literário sobre o tema. Trata-se de Baltimore e o vampiro (Editora Amarilys, 291 págs., R$ 43), que conta a trajetória de um homem vitimado por uma criatura do mal que passa o resto de seus dias perseguindoo pelo mundo. O enredo envolve elementos das antigas histórias de morcegos maléficos. Assim como em Nosferatu, seriam os vampiros os causadores das grandes pestes que aniquilaram populações de cidades inteiras. O livro é de autoria de dois gênios no que diz respeito a monstros e poderes sobrenaturais, o quadrinista Mike Mignola, de Hellboy, e o escritor Christopher Golden. Na aterrorizante história, os autores transformam os humanos em coautores da carnificina promovida pelos vampiros ao responsabilizá-los pelas intermináveis guerras. Numa passagem do livro, há o seguinte diálogo: “Por que os mortos se levantaram para atormentar os vivos?”, perguntou Henry Baltimore à malévola criatura alada. O vampiro balançou a cabeça: “Foram vocês que nos invocaram com suas guerras. O rugido dos seus canhões nos atormentou no silêncio de nossos túmulos. Seus assassinos. Agora, vocês não se livrarão mais de nós.” Seguindo a tendência mundial, a produção nacional também tem seus vampiros. Trata-se da novela Os mutantes, da Rede Record, em que uma epidemia faz com que algumas pessoas se transformem em demônios, como o jovem Draco (Rômulo Estrella).
APOLO - O filme Crepúsculo (2008) é centrado no vampiro Edward Cullen, dono de uma beleza apolínea. O enredo economiza nas cenas românticas e aposta na ação e nos poderes paranormais.
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Livro e filme ‘Crepúsculo’ e série ‘True blood’ destacam vampiros bonzinhos que não bebem sangue humano
RIO - Os vampiros saíram das trevas. Mais uma vez, os herdeiros de Drácula estão com tudo na cultura pop, embalados pelo sucesso da saga “Crepúsculo”, de Stephenie Meyer, cujo terceiro livro “Eclipse” (Intrínseca) chega às livrarias nesta sexta-feira. Domingo, os dentuços ganham mais espaço na TV, com a esperada estreia no Brasil de “True blood”, a elogiada série da HBO. E, até o final do ano, muito mais vem por aí.
A novidade nessa onda vampiresca é que muitos dos mortos-vivos não são assassinos. Politicamente corretos, controlam seus instintos e bebem sangue sintético ou de animais. Para a revista americana “Newsweek”, esses vampiros bonzinhos são um reflexo dos caminhos pouco ousados que a cultura tem tomado nos últimos tempos
- Os vampiros estão mais próximos e menos agressivos, se vestem como jovens modernos - diz o músico gótico Libra, fanático pelo tema.
Libra não está sozinho. O universo vampiresco sempre fascinou os humanos. Não importa se o monstro é o sanguinário Lestat, de “Entrevista com o vampiro”, best-seller levado às telas com Brad Pitt e Tom Cruise, ou o fofo Edward Cullen (Robert Pattinson), de “Crepúsculo”.
- A morte é o que une todo ser vivo, mas os vampiros não se incluem nisso. A imortalidade seduz as pessoas. E tem ainda a questão do belo. O vampiro se mantém jovem pra sempre, algo que quase todo mundo persegue - afirma Andre Vianco, autor de “Os sete”, livro sobre esses seres sombrios que teve cem mil exemplares vendidos.
A febre dos vampiros
O novo Harry Potter dos livros e do cinema é realmente apaixonante! Vai ficar de fora dessa onda?
CREPÚSCULO É MAIS UMA SUPERPRODUÇÃO DE HOLLYWOOD, COM EFEITOS ESPECIAIS E ELEMENTOS LÚDICOS. Porém, foi uma das estréias mais aguardadas de 2008. E não decepcionou! Encerrou o ano com chave de ouro. O romance entre Isabella Swan - que deixa a casa da mãe para morar com o pai no interior e que anda sempre insatisfeita com sua vida monótona - e Edward Cullen - um vampiro lindo, misterioso, perigoso e apaixonante - foi a história mais vista em seu fim de semana de estréia nos EUA. Aqui no Brasil, não foi diferente. Tanto que diante dos primeiros números de bilheteria, a produtora do longa se empolgou e já deu sinal verde para a continuação da saga da autora Stephanie Meyer, adaptando às telonas Lua Nova. De acordo com a revista americana People, o elenco principal do filme, e a diretora Catherine Hardwicke, até já assinaram contrato para a continuação que deve ser lançada em 2010.
O filme
Adaptar um livro para o cinema costuma não ser tarefa fácil. Ser infiel a detalhes da obra e deixar de mostrar passagens importantes são algumas das reclamações que os leitores mais fazem quando assistem a uma adaptação. Mas, neste caso, o longa não deixou a desejar, e ainda incluiu uma cena hilária, que não existia nos livros, da família Cullen unida cozinhando. O momento rende boas risadas ao telespectador. Assim como no livro, tudo ali parece tão verdadeiro e plausível de acontecer que talvez por isso a história tenha conquistado tantas adolescentes. Bella é uma menina comum, que poderia ser qualquer uma de nós, e Ed é um vampiro diferente. Ele não usa capa preta e nem dorme em caixão, pelo contrário, veste roupas bem moderninhas e dorme ao lado de Bella, envolvendo-a em seu peito gelado e próximo ao seu coração, que bate acelerado. São em cenas como essas que o público suspira, desejando estar no lugar de Bella. Para que o telespectador continuasse se sentindo tão próximo da história quanto o leitor da obra, foi preciso selecionar bem os atores. E a escolha não podia ser melhor! A química entre Kristen Stewart (Bella) e Robert Pattinson (Ed) rola tão bem e deixa tudo parecendo tão real que as meninas saem dos cinemas olhando para os lados na esperança de cruzar com um vampiro (mas do bem, como Ed!). Conheça um pouco sobre os atores que deram vida a este casal nas telonas.
Kristen Stewart
De acordo com a descrição que a própria personagem faz de si mesma no livro, Bella é uma menina feia e sem graça, características que definitivamente Kristen não possui. Apesar disso, depois de assistir ao filme, é impossível imaginar outra atriz que pudesse interpretar tão bem a adolescente apaixonada. A atriz mora com os pais e o irmão mais velho, Cameron, em Los Angeles. Como uma típica californiana, ela adoooora pegar uma onda! Surfa desde pequenininha. Aos 18 anos (quase 19, ela faz aniversário em 9 de abril), Kristen já atua há 10, e um dos seus personagens mais conhecidos é como a filha da personagem da atriz Jodie Foster no filme Quarto do Pânico. Detalhe: esse papel era pra ser de Hayden Panettiere (a Claire, de Heroes). Outro destaque na carreira da atriz foi a participação no filme Eu e as Mulheres, em que contracenou com o fofo Adam Brody! Ah! E foi também trabalhando que ela conheceu seu namorado, o ator Michael Angarano, na filmagem de O Silêncio de Melinda. Dá pra perceber que ela sempre foi uma garota de sorte, né?
Robert Pattinson
Por mais que pudéssemos imaginar Edward Cullen ao ler Crepúsculo, nenhum outro sairia tão perfeito quanto aquele que conferimos no cinema. Robert Pattinson é a personificação do vampiro lindo e do bem! A pele branquinha, o olhar profundo, os lábios avermelhados e aquele jeitinho de bom moço é de destruir o coração das fãs da história. Robert tem 22 anos e é taurino (tá explicado o porquê do sexy appeal!). Atua desde os 15 anos, e já contracenou com Reese Witherspoon em Feira das Vaidades. Mas o seu papel mais conhecido (até Edward aparecer) foi o de Cedric Diggory, em Harry Potter e o Cálice de Fogo. Ainda este ano, estréia nos EUA o filme Little Ashes, no qual Rob interpretará ninguém menos que o pintor Salvador Dali jovem. Assim como Krist, que é adepta dos esportes, Rob também adora se exercitar. Curte desde um futebolzinho até esquiar. Além disso, o gato é músico: toca guitarra e piano. A boa notícia é que ele está solteiríssimo e é um rapaz que curte namorar! Porém, está sozinho porque diz não ter sorte nos relacionamentos. Ah, tá bom…
Curiosidades
O ator Taylor Lautner que interpreta Jacob Black, melhor amigo de Bells, era uma das crianças que fez o filme Doze é Demais 2. Era um fofo desde aquela época.
Angela Weber, amiga de colégio de Bella, é interpretada pela atriz Christian Serratos, que fez Alexa na série Hannah Montana.
Eric Yorkie, também amigo de colégio da protagonista, é vivido pelo ator oriental Justin Chon. A questão é que, em nenhum momento de Crepúsculo, Bella conta que Eric tem olhos puxados. Ninguém entendeu essa escolha da diretora.
Peter Fancinelli, o Carlisle Cullen, é casado com a atriz Jennie Garth, a Kelly Taylor da série Barrados no Baile.
Nikki Reed, a Rosalie Hale, ficou conhecida no filme Aos Treze, em que interpreta a si mesma: uma pré-adolescente que decide morar sozinha, e se envolve com drogas e álcool. A diretora deste filme também é Catherine Hardwicke, que, por “coincidência”, já namorou o pai de Nikki.
A atriz Kristen Stewart tem olhos verdes. Na hora de encenar Bella, ela teve que usar lentes de contato castanhas.
O ator Henry Cavill já havia sido escalado pela autora Stephenie Meyer para viver Edward. Mas quando as gravações estavam para começar, perceberam que o ator de 25 anos estava velho demais para parecer ter 17. Depois desse mico, mais de cinco mil atores fizeram testes para o papel central da trama.





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